Lembro
até hoje do dia em meu irmão, meu pai e eu saímos para comprar o
nosso primeiro console e, após muito pesquisar, voltamos para casa
com o saudoso Master System 3, da Sega. A razão para termos
escolhido o Master foi o fato de ter na memória um dos melhores
jogos do console, Sonic the Hedgehog (e o fato do meu pai economizar
uns trocados por não precisar comprar um cartucho junto com o
videogame).
Tela
inicial do jogo
O
jogo em si não fazia feio para a época e chamava a atenção pelos
gráficos colorido e pela velocidade alucinante, apesar de uns poucos
slowdowns em algumas partes. A jogabilidade também era muito simples
e acessível, com algum tempo de prática já era possível evitar
ser atingido pelos robôs e cair nos buracos cheios de espinhos.
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| Sonic e a Esmeralda do Caos |
A
história do jogo consiste em evitar que o Dr. Ivo Robotnik, com a
ajuda das Esmeraldas do Caos, domine o mundo e transforme todos os
animais do planeta em robôs. No controle de Sonic, o personagem
principal, cabe ao jogador a missão de evitar que o doutor louco
conclua seus planos maquiavélicos. Dessa forma, a aventura se
desenrola por diversas fases, cada uma com três atos, no qual o
cenário era praticamente o mesmo, mudando apenas a dificuldade,
sendo que no terceiro sempre há um encontro com o chefe.
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| Sonic e Dr. Robotnik |
A diversidade das fases e o seu design chamavam a atenção, indo de uma cidade industrial, passando por um labirinto subterrâneo submerso e por fim chegando numa base aérea (onde para passar dos raios era necessário ter reflexos de um Jedi). Assim, o jogo era dividido em seis fases (ou zonas) que são:Green Hill Zone, Bridge Zone, Jungle Zone, Labyrinth Zone, Scrap Brain Zone e Sky Base Zone. Tudo isso embalado por uma trilha sonora muito bem feita e marcante, quem não sente uma pontinha de saudades da infância quando ouve a trilha da Green Hill Zone?
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| A fase da água e sua traumatizante bolha de ar. |
Sonic
também foi responsável pelo meu trauma (creio que também de uma
grande parcela de jogadores) da fase da água, que atire a primeira
pedra quem não ficava tenso e desesperado para encontrar uma bolha
der quando tocava a musiquinha e começava a contagem regressiva. O
alívio ao encontrar uma bolha quando a contagem já estava no fim
era quase indescritível (é como comer um Kinder ovo
atualmente....).
Apesar
deste Sonic ser um port da versão do Mega Drive, ele não fez feio e
com toda a certeza merece um lugar de destaque na memória gamer de
cada um. Afinal, quem nunca curtiu o simpático ouriço azul da Sega?
Até
a próxima pessoal.












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